terça-feira, 5 de janeiro de 2010


"Se calhar sou doida,
sofro da mais antiga enfermidade do ser humano
e que ainda nenhum cientista se lembrou de diagnosticar,
estudar e classificar como uma patologia: não sei viver sem amor"


Margarida Rebelo Pinto - Diário da tua Ausência





Sempre me falas-te de tempo e espaço. Que precisas do teu e que eu preciso do meu. Fizeste questão de frizar vezes e vezes sem fim, que não era isso que enfraquecia os teus sentimentos e que muito pelo contrário, dava-te ânimo sentir saudades. E eu ingénua concordei. Fechei os olhos, pensei que o que tu dizias estava certo, e que se era o melhor para ti, também podia ser o melhor para mim. Mas a verdade é que não sei viver sem amor. Valorizo sentimentos como a atenção, a dedicação, a devoção e a emoção. E a nós parece que falta tudo isto. Os dias passam, e tu passas com eles, embora eu continue convicta que és o homem da minha vida.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

lembro-me de ti todos os dias


lembro-me de como tu apareceste. de como tu ficaste. e como tu me tocas-te. lembro-me que já fui o amor da tua vida e lembro-me o quanto é bom ser o amor da vida de alguém como tu. lembro-me de quando riamos horas seguidas, e de quando chorávamos juntos. lembro-me que podia contar sempre contigo, fosse que hora fosse, estivesses onde estivesses, estavas sempre disponível para mim. lembro-me de como sempre fomos amigos. lembro-me de todas as vezes que eramos cúmplices. lembro-me de todas as nossas loucuras e desvaneios. lembro-me que era a tua princesa e de como mais nada interessava. lembro-me de todas as promessas. dos beijos. dos abraços. lembro-me do carinho e atenção. lembro-me que me ofereceste o mundo, e eu recusei.


lembro-me de ti todos os dias. embora não o possa, nem deva fazer. porque?
porque recordar-te é a maneira mais simples de admitir que às vezes também sinto saudades tuas.

O que eu queria mesmo era um Salvador (que homem!).

domingo, 3 de janeiro de 2010

começa assim:


Tinha tanta coisa para dizer,

por isso já não me apetece escrever nada.